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Biológicos no agronegócio: Conheça a ciência que está por trás

Diante de grandes oportunidades, os produtos biológicos no agronegócio vem ganhando cada vez mais espaço no mercado e notoriedade pelos seus novos usuários.

Seja para agricultura familiar ou para grandes produções em massa, os benefícios de tal tecnologia já são visíveis e comprovados por diferentes estudos.

Com base nas experiências de diferentes usuários, nota-se que eles ainda possuem particularidades químicas a serem estudadas e potencializadas.

Com um foco direcionado à química verde, a Revella consolida mais uma contribuição junto ao mercado agro, desta vez, protegendo formulações biológicas de indústrias especializadas no setor.

Motivação para a startup #1 do agronegócio brasileiro

Tudo começou junto com a TNS Nano, o segmento focado para agro era uma das verticais desta indústria.

Agora, a vertical agro da TNS Nano é a Revella Agritech.

Mas qual é o motivo desta mudança?

Dado ao significativo potencial do setor agro, somado a alta demanda por tecnologias de ponta, assim como a necessidade constante de incremento produtivo.

Agora, temos uma empresa exclusiva para atender de forma personalizada e especializada as necessidades atuais deste mercado.

Aqui na Revella estamos prontos para enfrentar os novos desafios deste importantíssimo segmento de forma colaborativa com nossos parceiros e clientes!

Certamente, dada a busca diária por tal contribuição com os mercados em que atuamos, não poderíamos deixar de nos motivar com o movimento de evolução para o uso de biológicos.

Movimento? Isso mesmo! Não vemos os biológicos como tendência ou moda, mas sim movimento.

Neste post, nosso objetivo não é tratar dos conceitos básicos de produtos biológicos, mas sim, abordarmos a química por trás deste brilhante “pacote” de seres vivos.

Leia mais: Nanotecnologia no setor agro: como a Revella influencia o segmento

De fato! Este mercado está em plena ascensão

Diferentes consultorias especializadas, falam e registram que o mercado de biológicos movimenta em torno de US$ 3,8 bilhões.

A expectativa é que até 2025, ele alcance os US$ 11 bilhões, segundo dados do Encontro Anual da Indústria de Biocontrole (ABIM) de 2018.

No Brasil os bioinsumos movimentam um mercado de R$ 1,7 bilhão. Hoje, 57% dos produtores rurais brasileiros já utilizam métodos de fertilização natural e 78% fazem o controle biológico de pragas.

O mercado de biológicos só cresce, no Brasil e no mundo. E devemos celebrar tal fato, não há dúvidas que os benefícios deste importante crescimento de mercado trará benefícios para inúmeras gerações à nossa frente.

Inclusive, não é de hoje que nos deparamos com uma baixa considerável na população global de abelhas. 

Ou que estamos a cada ano nos deparando com novas publicações científicas que nos mostram os efeitos colaterais de uso excessivo e indevido de alguns agroquímicos em nossas lavouras.

Por isso e também pelo forte crescimento no mercado de orgânicos que estão alinhados com as novas gerações que estamos conhecendo, investir, utilizar e conhecer a fundo os biológicos no agronegócio faz cada vez mais sentido.

Leia mais: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

Imensas possibilidades de aplicação

Se alguém perguntar: 

Em quais lavouras ou quais culturas posso ou devo utilizar produtos biológicos? 

O que você responderia? 

Bom, acredito que não existe uma única resposta específica para essa pergunta. Mas, certamente, existem inúmeras possibilidades de aplicação em diferentes culturas.

Como na soja, algodão, milho, frutos, legumes e até para aplicações não direcionadas à lavoura, como, por exemplo, no combate ao mosquito da dengue.

Percebe? As aplicações são diversas! E de acordo com o organismo ou estirpe a ser utilizada, o resultado final será diferente.

Inclusive, nota-se que alguns detalhes podem fazer toda a diferença, como uma bactéria BTi (bacillus thuringiensis) versus uma bactéria BTk (bacillus kurstacius).

O BTi é altamente eficaz no combate à dengue, já o BTk é uma excelente ferramenta contra a lagarta spodoptera.

Com isso, é possível perceber como os biológicos estão mudando nosso mundo e nosso modo de combater nossos desafios. 

Agora, podemos contar com uma ‘bio’ ferramenta em prol do desenvolvimento humano que esteja alinhada para suportar nosso aumento de demanda por alimentos.

Leia mais: Nanotecnologia na lavoura: como chegamos até aqui?

Brasil: O celeiro do mundo

Quando lemos ou ouvimos essa expressão, já estamos a pensar na quantidade de soja, trigo, milho ou até aves ou suínos que o Brasil produz. 

E não estamos errados em pensar assim, porém, convido você a pensar de uma maneira curiosamente diferente!

Essa expressão está presente no texto, principalmente pelo Brasil ser um super celeiro do mundo em relação à diversidade de bactérias, fungos e vírus que podem ser usados no mercado de biológicos.

Agora, imagine a quantidade de opções que o Brasil pode continuar oferecendo!

Leia mais: Revella®: Rápida detecção de Salmonella na cadeia de proteínas

E os desafios, eles existem?

Mesmo com toda essa diversidade biológica, ainda estamos muito aquém do que podemos e devemos produzir.

Anualmente, novos produtos são lançados no mercado baseados em diferentes variantes de microrganismos ou produtos biológicos. 

Quando falamos de bactérias e outros microrganismos realmente utilizados em larga escala nas lavouras, nos deparamos com inúmeros desafios. 

Listei alguns que já enfrentamos:

  • Produto biológico destruído pelo bico de aplicação;
  • Produto biológico morto ou inativado dada a mistura com antifúngico ou outro agroquímico;
  • Produto biológico que “ferveu” no tanque de aplicação e perdeu efeito;
  • Produto biológico aplicado durante o dia e que perdeu o efeito dado aos raios UV.

Inúmeros são os motivos para um produto biológico perder seu efeito integralmente ou não. 

Lembrando que muitos produtos do mercado prometem ROI (retorno sobre o investimento) de 1:3 até 1:20, porém, infelizmente, muitos tiveram dados calculados em condições ideais.

Sabe-se que nem sempre os aplicadores seguem as recomendações dos fabricantes.

Não quero trazer “bad news” sobre este importante tema, mas sim, relembrar que não há tecnologia perfeita, ou melhor, aquela que seja perfeita em todos os aspectos.

Para isso, existem algumas opções químicas naturais que estão começando a contribuir com o setor.

Mas qual o motivo do destaque à ‘naturais’

Caso a solução para estes problemas acima não seja natural, o biológico perde seu propósito. 

Leia mais: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

Revella busca vanguarda em potencializar resultados

Através de um time de ponta, com inúmeros doutores frente às nossas pesquisas, construímos uma plataforma de cápsulas que conferem propriedades únicas para formulações de biológicos - até o momento, somente bactérias.

Tivemos o privilégio de visitar diferentes laboratórios da EMBRAPA e variados campos de vegetação, nos permitindo identificar as principais dores do setor e proporcionar uma maior velocidade ao  mercado de biológicos no agronegócio.

Após anos de pesquisa aplicada em laboratórios, casas de vegetação e campo, nossos resultados foram extremamente atraentes para nos motivar a convidar você para conhecê-los.

Os grandes destaques de performance ficaram principalmente nos testes que mais nos empenhamos, como:

  • Resistência UV - para o aplicador utilizar a tecnologia durante o sol diário;
  • Resistência química - sim, agora você poderá misturar seu biológico com alguns agroquímicos;
  • Resistência a competição - a grande demanda de se incorporar duas (ou mais) bactérias em uma mesma garrafa, agora é possível;
  • Gatilhos! - Com cápsulas pensadas para cada aplicação e demanda, elas oferecem gatilhos específicos para liberarem a bactéria quando for necessário. 

Será um prazer compartilhar nossos resultados com você! Entre em contato com nosso time de especialistas do setor Agro e solicite uma reunião para conhecer de perto o que podemos fazer para sua atual formulação de microrganismos.

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Vivian Sakihara
Autora
planta

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