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Norma ABNT NBR 15275: avaliação da resistência ao ataque microbiano

Componentes de calçados e tecidos industriais enfrentam exposição constante à umidade e ao contato humano diário. Esse cenário cria o ambiente ideal para a proliferação de fungos e bactérias, o que acelera a degradação estrutural e compromete a higiene. A norma ABNT NBR 15275 estabelece a diretriz técnica oficial no Brasil para atestar a resistência desses materiais contra a deterioração biológica.

A TNS Nano apoia a indústria na funcionalização de materiais com tecnologias antivirais, antibacterianas e antifúngicas de alta estabilidade. A integração adequada assegura que o substrato alcance o desempenho exigido pela ABNT NBR 15275, promovendo higiene, segurança e diferenciação técnica para o produto final.

O que é a norma ABNT NBR 15275?

A ABNT NBR 15275 é uma norma técnica brasileira que estabelece o método oficial para determinar a resistência de palmilhas, tecidos, laminados sintéticos e solados ao ataque microbiano. O ensaio biológico avalia a proteção do material contra a proliferação de fungos e bactérias, atestando sua integridade e assepsia.

A diretriz aplica-se a materiais permeáveis ao oxigênio e que recebem o tratamento com tecnologias solúveis em água. A avaliação rigorosa valida a capacidade da superfície em suportar condições severas de uso sem favorecer o desenvolvimento de colônias patogênicas ou deteriorantes.

A comprovação laboratorial fornece evidência científica auditável para a indústria. O atendimento à norma garante que a alegação de proteção biológica do produto seja fundamentada e rastreável no mercado.

Como funciona a metodologia de teste da ABNT NBR 15275?

A metodologia da ABNT NBR 15275 expõe corpos de prova do material a inóculos padronizados de fungos e bactérias. Após o período de incubação, o laboratório analisa o grau de crescimento fúngico na superfície tratada e verifica a presença de atividade bacteriana sob a amostra.

A condução do ensaio não exige detalhamento dos parâmetros de temperatura e tempo para o entendimento do mercado, mas ocorre por meio das seguintes etapas normatizadas:

  1. Preparação e Assepsia: O laboratório corta os fragmentos do material tratado em dimensões padronizadas e realiza a assepsia prévia para evitar contaminações externas.
  2. Inoculação Controlada: O técnico aplica suspensões microbianas específicas (cepas de fungos ou bactérias) diretamente sobre os corpos de prova e no meio de cultura.
  3. Incubação em Câmara: As amostras permanecem em estufas climatizadas, propiciando o ambiente térmico e de umidade ideal para estimular o metabolismo dos microrganismos.
  4. Avaliação Fúngica: A equipe técnica utiliza microscopia estereoscópica para classificar visualmente o nível de proliferação fúngica que ocorreu na superfície do material.
  5. Avaliação Bacteriana: O laboratório examina o meio de cultura imediatamente abaixo do corpo de prova para constatar a presença ou a ausência de desenvolvimento bacteriano.

Como a norma ABNT NBR 15275 é aplicada na indústria?

A aprovação na ABNT NBR 15275 atesta a integridade microbiológica de materiais expostos a alto desgaste e umidade. A TNS Nano adequa a tecnologia antimicrobiana para garantir a resistência biológica exigida sem alterar o processo de fabricação do cliente.

Indústria Calçadista e Componentes Internos

O interior do calçado retém suor e calor térmico, criando o ecossistema ideal para a proliferação de fungos e bactérias deteriorantes. A norma ABNT NBR 15275 atesta a resistência biológica de componentes internos críticos, como palmilhas (em EVA ou poliuretano) e forros têxteis, contra esse ataque contínuo.

A validação laboratorial comprova que o material interno inibe a degradação estrutural e atua diretamente na prevenção de maus odores persistentes. A tecnologia antimicrobiana assegura a manutenção física do componente, entregando maior higiene e frescor ao longo do uso do calçado.

Descubra como diferenciar sua linha com tecnologia antifúngica e controle de odores

Utilidades e Têxteis Hospitalares

Lençóis, roupas cirúrgicas, jalecos e cortinas hospitalares atuam frequentemente como vetores de contaminação cruzada em ambientes de saúde. A norma ABNT NBR 15275 atesta a capacidade de defesa ativa desses tecidos de utilidade clínica contra a colonização e a deterioração causada por microrganismos.

A aprovação normativa entrega a segurança técnica necessária para a confecção de paramentações e tecidos hospitalares. A funcionalização antimicrobiana integrada à fibra reduz o risco biológico e mantém a integridade do artigo, mesmo após rotinas intensas de uso em clínicas e hospitais.

Veja como elevar a segurança e o controle microbiológico contínuo em paramentações e tecidos clínicos. 

Frequently Asked Questions

Quais microrganismos a ABNT NBR 15275 utiliza como padrão no ensaio? 

A metodologia sugere a utilização de culturas fúngicas deteriorantes, como Aspergillus niger, além de culturas bacterianas de referência industrial, como o Staphylococcus aureus e a Pseudomonas aeruginosa. O laboratório também pode empregar outras cepas dependendo do objetivo de aplicação do fabricante.

Como funciona a escala de avaliação fúngica na norma? 

A diretriz estabelece uma escala de classificação estritamente visual. O grau mínimo do resultado indica a ausência total de crescimento fúngico sobre o corpo de prova. Já os graus superiores mapeiam a proporção exata da superfície do material que foi recoberta ou consumida pelo fungo.

A aplicação da tecnologia antifúngica altera a flexibilidade da palmilha ou do tecido? 

Não. As tecnologias antimicrobianas da TNS Nano são formuladas para preservar integralmente as propriedades físicas e sensoriais do substrato original. A funcionalização atestada pela ABNT NBR 15275 não compromete a flexibilidade, a densidade, a maciez ou a resistência à tração dos tecidos e espumas.

A norma ABNT NBR 15275 pode atestar atividade antiviral nos materiais? 

Não. O escopo da ABNT NBR 15275 abrange estritamente a avaliação da resistência ao ataque microbiano causado por fungos filamentosos e bactérias. Para comprovar a inativação de cargas virais em tecidos e superfícies plásticas, a indústria utiliza normas internacionais específicas, como a ISO 21702 (para polímeros não porosos).

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E-books:

[TNS Nano] Sustainability Report

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