Ir para o conteúdo
  • TNS Nano
  • Mercados
    • Têxtil
    • Arquitetura
    • Calçadista
    • Embalagens
    • Utilidades
    • Papel
  • Parceiros
  • Conteúdos
  • Fale conosco
Menu
  • TNS Nano
  • Mercados
    • Têxtil
    • Arquitetura
    • Calçadista
    • Embalagens
    • Utilidades
    • Papel
  • Parceiros
  • Conteúdos
  • Fale conosco
Fale conosco

Saiba tudo sobre a norma AATCC 100

Com o objetivo de levar ao mercado aditivos antimicrobianos realmente eficientes, a TNS segue os mais rigorosos padrões de qualidade através de normas nacionais e internacionais, por exemplo: a Norma AATCC 100.

Neste infográfico você confere as principais características da norma e seus respectivos métodos para avaliar a atividade antibacteriana em materiais da indústria têxtil.

O que é a norma AATCC 100?

A norma AATCC 100, desenvolvida pela American Association of Textile Chemists and Colorists (AATCC), é um método quantitativo amplamente reconhecido para avaliar a eficácia antibacteriana de acabamentos aplicados a materiais têxteis após contato controlado de 24 horas.

Qual é a metodologia da AATCC 100?

Etapa 1:  preparação das amostras

As amostras de tecido, tanto tratadas quanto não tratadas (controle), são cortadas em dimensões específicas, geralmente em discos de 4,8 ± 0,1 cm de diâmetro. 

Além disso, é necessário empilhar um número de discos suficiente para equivaler a 1g de amostra.

AATCC 100: etapa 1 - preparação da amostra

Etapa 2: esterilização das amostras

A esterilização das amostras é uma etapa crítica para eliminar qualquer contaminação pré-existente. 

O método de esterilização depende do tipo de fibra e do acabamento aplicado. 

Tecidos de algodão, acetato e várias fibras sintéticas

Só para exemplificar, podem ser esterilizados em autoclave os tecidos de:

  • Algodão;
  • Acetato;
  • Várias fibras sintéticas.

Enquanto tecidos mais sensíveis, como a lã, requerem métodos alternativos, como a esterilização por óxido de etileno ou esterilização fracionada a vapor. 

A escolha do método deve preservar as propriedades antibacterianas do acabamento aplicado.

AATCC 100 - Etapa 2: esterilização

Etapa 3: inoculação das amostras

Na terceira etapa da AATCC 100, estas amostras são acondicionadas em frascos de vidro esterilizados, assegurando, como já afirmamos na etapa 1, que a quantidade de tecido esteja correta (equivalente a 1g) para absorver 1,0 ± 0,1 mL da suspensão bacteriana, sem deixar líquido livre no frasco.

Este controle é essencial para garantir a uniformidade na exposição bacteriana e na subsequente recuperação dos microrganismos

Inocula-se as amostras esterilizadas com 1,0 ± 0,1 mL de uma suspensão bacteriana padronizada, geralmente contendo:

  • Staphylococcus aureus (ATCC 6538);
  • Klebsiella pneumoniae (ATCC 4352). 

Prepara-se a suspensão a partir de culturas em meio líquido, ajustadas para uma concentração específica, visando obter uma contagem inicial de 1–3 × 10⁵ unidades formadoras de colônias (UFC) por mL. 

Realiza-se a inoculação de maneira a garantir uma distribuição uniforme da suspensão sobre a superfície do tecido.

Etapa 3: inoculação das amostras - infográfico TNS

Etapa 4: incubação

Após a inoculação, incuba-se as amostras em condições controladas de temperatura (37 ± 2°C) por um período de 24h (± 1h). 

Durante esse período, as bactérias interagem com o tecido tratado, podendo haver crescimento ou decrescimento microbiano e permitindo a avaliação da eficácia do acabamento antimicrobiano em inibir ou eliminar os microrganismos presentes.

Etapa 4: incubação - infográfico TNS

Etapa 5: neutralização e diluição

Após a incubação, adiciona-se uma solução neutralizante apropriada a cada frasco contendo as amostras. 

A neutralização é fundamental para interromper a ação antibacteriana residual, assegurando que a contagem bacteriana subsequente reflita apenas a eficácia durante o período de incubação. 

As amostras são então agitadas vigorosamente para liberar as bactérias remanescentes na solução.

AATCC 100 - Etapa 5: neutralização e diluição - TNS

Etapa 6: plaqueamento

Segundo a norma AATCC 100, submete-se a solução contendo as bactérias recuperadas a diluições seriadas, para assegurar que as contagens de colônias fiquem dentro de uma faixa quantificável. 

Espalhamos, então, as alíquotas dessas diluições em placas de ágar apropriadas e incubadas por 24 a 48 horas a 37 ± 2°C.

Após a incubação, as colônias formadas são contadas para determinar o número de bactérias viáveis remanescentes.

Etapa 6 - plaqueamento

Etapa 7: cálculo da redução bacteriana

A eficácia antibacteriana pela norma AATCC 100 é expressa como uma porcentagem de redução bacteriana, calculada comparando-se a contagem de UFC nas amostras tratadas após 24 horas com a contagem nas amostras controle no tempo zero. 

Ou seja, em resumo, comparamos a amostra tratada com a amostra controle no cálculo de eficiência antibacteriana.

A aplicação rigorosa deste método assegura que os produtos têxteis atendam aos padrões de desempenho antimicrobiano exigidos pelo mercado e por regulamentações internacionais.

Etapa 7 - cálculo da redução bacteriana

Diferença entre AATCC 100 e AATCC 147: qual aplicar?

Primeiramente, a AATCC 100 quantifica a eficácia antibacteriana em tecidos tratados, medindo a redução percentual de bactérias viáveis após 24 horas de contato.

Já a AATCC 147, usa-se para triagens iniciais, quando se deseja uma avaliação rápida e qualitativa da atividade antibacteriana.

O método da AATCC 147, conhecido como “Parallel Streak Method”, envolve a aplicação de uma suspensão bacteriana em ágar, sobre a qual coloca-se o tecido tratado. Após incubação, observa-se a presença ou ausência de zonas de inibição ao redor do tecido.

CaracterísticaAATCC 100AATCC 147
Tipo de avaliaçãoQuantitativaQualitativa
ResultadoPorcentagem de redução bacterianaPresença ou ausência de zona de inibição
Tempo de execução72 a 96 horas24 a 48 horas
AplicabilidadeAvaliações precisas e comparativasTriagens iniciais e avaliações preliminares

Quais materiais posso testar segundo a norma AATCC 100?

  • Tecidos planos e malhas: algodão, poliéster, poliamida, acrílicos, viscose, fibras mistas.
  • Tecidos hospitalares e médicos: roupas cirúrgicas, lençóis, jalecos, campos cirúrgicos e cortinas de isolamento.
    Vestuário esportivo e funcional: camisetas esportivas, leggings, roupas de alta performance e vestuário técnico com ação antiodor.
  • Roupas íntimas e meias: produtos de contato direto com a pele, com foco em controle de odor e prevenção de contaminações bacterianas.
  • Não tecidos (Nonwovens): utilizados em descartáveis hospitalares, EPIs, máscaras faciais, protetores e filtros de barreira.
  • Espumas e enchimentos têxteis: camadas internas de calçados, estofados, colchões e almofadas, onde há risco de proliferação bacteriana em ambiente úmido.
  • Tecidos de cama, mesa e banho: toalhas, lençóis, fronhas e capas protetoras, onde a ação antibacteriana prolonga o frescor e reduz a frequência de lavagens.

Como a TNS Nano valida a tecnologia com AATCC 100?

A TNS Nano adota a norma AATCC 100 como uma das principais referências para validar cientificamente a eficácia antibacteriana dos seus aditivos aplicados em tecidos e materiais têxteis funcionais.

Todos os desenvolvimentos passam por um rigoroso protocolo laboratorial, baseado na metodologia padronizada do AATCC 100:2019, garantindo assim, que os dados de performance entregues aos clientes sejam tecnicamente auditáveis e reconhecidos.

A AATCC 100 é válida para aplicações antivirais?

Tecnicamente, não. Pois desenvolveu-se e padronizou-se a norma AATCC 100 exclusivamente para avaliação antibacteriana em materiais têxteis. Ou seja:

  • Avalia a redução de bactérias viáveis;
  • Não foi desenhada para testar inativação viral.

Qual a importância da AATCC 100?

Em suma, a AATCC 100 é reconhecida mundialmente como uma das normas técnicas mais relevantes e confiáveis para comprovar a eficácia de acabamentos antimicrobianos aplicados em têxteis.

Sua importância não está apenas na metodologia, mas principalmente no peso que ela carrega em termos de validação técnica, aceitação internacional e segurança regulatória.

Por que apostar na tecnologia antiodor para têxteis?

Tecnologia TNS em seu produto com performance validada pela norma AATCC 100

Somos referência em nanotecnologia e inovação. Descubra como nossos aditivos podem elevar o padrão de suas operações e garantir resultados de alta performance aos seus produtos. 

Entre em contato conosco e saiba mais sobre como a TNS Nano pode fazer a diferença para você!

Entre em contato

E-books:

[TNS Nano] Relatório de sustentabilidade

Relatório de Sustentabilidade

Soluções antimicrobianas para o setor hospitalar

Soluções antimicrobianas e antiodor para calçados

Soluções antimicrobianas para o setor automobilístico

SSilverGuard

Silver Guard: Aditivo antimicrobiano para têxteis

DryGuard: Aditivo hidrorrepelente livre de fluorcarbono

PrevPreviousPolímero antimicrobiano: a inovação necessária para purificadores de água livres de biofilme bacteriano
NextComo aditivos inteligentes em embalagens plásticas promovem vida útil e segurança alimentarNext

TNS Nano

  • A TNS Nano
  • Home
  • Conteúdos
  • Trabalhe conosco
Menu
  • A TNS Nano
  • Home
  • Conteúdos
  • Trabalhe conosco

Mercados

  • Têxtil
  • Arquitetura
  • Calçados
  • Embalagens
  • Utilidades
  • Papel
  • Fale conosco
Menu
  • Têxtil
  • Arquitetura
  • Calçados
  • Embalagens
  • Utilidades
  • Papel
  • Fale conosco

Fale conosco

Preencha o formulário abaixo para que um de nossos especialistas entre em contato:

Edifício Alfama – SC-401, 600 – 5º andar, sala 506 – João Paulo, Florianópolis – SC, 88030-000
© 2025 Twoyou. Todos os direitos reservado

  • Español
  • English